sexta-feira, abril 21, 2006

ISTO ANTIGAMENTE É QUE ERA BOM
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5 comments:
Podeçe pô um terol no ecoponto?
Parece que é preciso criar uma "empresa na hora" chamada Fermente Cume
Desde que a Freguesia não seja a da Pena...
Daqui a uns tempos até um Troll terá direito ao C.U....
publicado no Semiramis
À atenção dos génios incompreendidos, justiceiros anónimos, «povo» e outros filhos da mãe:
O texto que o capitalista açambarcador da fama e da influência, o génio compreendido, o justiceiro conhecido e a «nata» dos comentários das caixas – mais conhecido por Pacheco Pereira – assina no Público revela algumas particularidades do autor.
1 - Antes de mais, que JPP é leitor atento destes comentários, por aqui passando mais do que uma vez. Sabe-se lá se deixou, mesmo, alguma pégada nesta caixa de comentários. Aposto que sim.
2 - JPP não consegue esconder a inveja que lhe causa o facto de o número de comentários deste post ter ultrapassado o milhar, coisa que nem em sonhos conseguiu vislumbrar no seu site. A obsessão de JPP com os contadores de hits é um traço do seu carácter narcisista e está a transformar-se gradualmente num distúrbio mental, como prova o artigo do Público e como já tinha evidenciado antes a sua patética tentativa de impor, qual Jeová dos bytes, um «decálogo» dos bloggers.
3 - O que incomoda verdadeiramente JPP é que o desclassificado bando de energúmenos que povoa a net se esteja borrifando para a auto-autoridade de JPP e trate sua alteza como um igual. Mais, o que o chateia supinamente é que a fauna dos comentadores anónimos apareça com opiniões muito mais fundamentadas e desconstrua os seus delírios intelectuais.
4 - É sintomático que JPP se tenha dado ao trabalho de escrever aquele tijolo que o Público deu à estampa. Cada centímetro de prosa corresponde a uma ruga na ampla testa de JPP, dando a medida do incómodo que lhe causam os comentários anónimos. O que não deixa de ser estranho, pois a voz do povo anónimo não costuma fazer-lhe cócegas na consciência.
5 - É significativo que JPP tenha escolhido um estilo rasteiro e insultuoso para se referir aos autores dos comentários, metendo-os todos no mesmo saco. Percebe-se que não tem argumentos racionais e que soltaria de bom grado um batalhão de polícias às canelas dos comentadores, caso pudesse identificá-los. Ele próprio, com este artigo, vestiu a pele do buldogue, mas infelizmente não lhe serve para mais do que para afagar o seu inchado ego.
Por isso, cambada de anónimos insolentes e desafiadores, toca a espalhar este comentário pela blogosfera, para chatear mais um bocado o Pacheco. Embora, como é mais do que óbvio, a compulsão do Pacheco acabe por fazê-lo voltar ao Semiramis e ler isto
Publicado por proletário da fama e da influência em abril 21, 2006 01:55 AM
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