quarta-feira, maio 17, 2006

A IDEIA ATÉ É UMA BOA IDEIA...
Anda tudo cá, pela cidade, a pensar em "como fazer os carros ir mais devagar". Parece que os atropelamentos estarão um cadinho acima do razoável. Na cãmara, vá o departamento de espremer as meninges. Para a 24 de Julho, onde todas as semanas se estropia alguém, estão a considerar um complicadíssimo sistema electrónico.
(suspiro)
Algum amigo brasileiro que esteja na sala, faça favor de dar um passo em frente e explicar o que quer dizer "quebra-molas".

ps: ...como ninguém se adianta, chego-me eu à frente, para dizer que se trata das lombas artificiais que atravessam as estradas, feitas de cimento e sinalizadas antecipadamente. Vou voltar a explicar (porque aquela gente é lenta) : umas saquinhas de cimento, mais umas de pedra, brita, ou o que houver, uns baldes de água, tudo misturado, deita-se horizontalmente na via e deixa-se secar. Quem passar por ali, tem duas opções: a) abranda, b) escavaca o carro todo.
Posso garantir que a eficácia é de 100%. Custa é tão pouco que não há-de dar lucro a ninguém próximo da vereação, helàs!
Muito simples para a nossa cagança, também
.


...só que ideias assim simples e o Plano Tecnológico são coisas que não ligam lá muito bem... e o que são mais uns estropiados e umas tabuletas no cemitério?
ANIMAL

12 comments:

Blogger JPPº said...

e uns politicos a fazer de lombas?

11:19 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Conheci esses quebra-molas no México. Aquilo, amigos, era mesmo a sério. carro que não parasse e arrancasse em 1ª velocidade ficava mesmo lá plantado. Tinham quase um palmo de altura!
Mas cá(em Oeiras), às vezes, põem umas coisas de borracha no chão aí com um dedo de altura, a que niguém liga, salvo os fabricantes e vendedores da coisa.
Quintas

12:05 da manhã  
Blogger Out of Time said...

Em 82 o famoso quebra-molas já era corrente no Brasil, actualmente usam isso até nas "rodovias" nacionais. È fácil, é barato e pára mesmo o transito. Realmente só não tem uma coisa, não dá trabalho nem comissões a muita gente.

12:27 da manhã  
Blogger Animal said...

nem implica a criação de grupos de missão pra elaborar livros brancos, nem delegações de peritos em visita a países estrangeiros para verificar in loco o sucesso da coisa. ora sem visitas nem ajudas de custo, como é que se dinamiza a economia?

12:32 da manhã  
Blogger Animal said...

e méxico e brasil, ó meuzamigos... se fosse invento finlandês, já tínhamos a coisa em avaliação.

12:34 da manhã  
Anonymous Rudolph-the-red-nose-reindeer said...

Pois cá no burgo as coisas funcionam desta forma: alguns condutores se queixaram que os "primos em 100º grau dos quebra-molas" por cá existentes podiam agravar problemas de coluna dos condutores. Vai daí e trocaram-nos por umas bandas sonoras metálicas, muito luzidias e com um "dizáine" assim pró moderno. Apenas um senão: aquilo não só não abranda ninguém, como já descobriram que a melhor forma de reduzir a trepidação nos bólides é passar a mais de 50 km/h. E os peões que rezem para não passar na hora errada...

12:38 da manhã  
Anonymous Rudolph-the-red-nose-reindeer said...

errata: "queixaram-se".

12:40 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Ideia excelente. Então para os carros do INEM e para as ambulâncias, vai ser uma delícia, uma perfeita montanha russa.

10:14 da manhã  
Anonymous SuperBock said...

sim, e para escoar o trânsito de Lisboa na hora de ponta é fenomenal, à sexta-feira ainda temos carros desde segunda-feira parados na fila... E que tal educar as pessoas nas "escolas" de condução (parto a moca a rir cada vez que ouço chamar escolas aquilo).

10:31 da manhã  
Anonymous carneiro said...

É por a malta a andar de bicicleta...

Fluidez de transito, atropelamentos, dependencia energética, diabetes, obesidade, colesterol...

Tanto problema que se resolvia...

12:17 da tarde  
Blogger piscoiso said...

A eficácia da medida só a vejo com o comando de lombas à distância.
Ou melhor, carros de bombeiros e ambulâncias, teriam um sistema wireless, que ao aproximar-se seria detectado pela lomba, que encolhia por meio de um sistema hidráulico hermético.
O comando centralizado das lombas, podia mesmo reduzir ao mínimo as ditas, no caso de ir a passar uma procissão.

2:41 da tarde  
Blogger Animal said...

lá está: não perdem uma para meter o plano tecnológico ao barulho...

5:41 da tarde  

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