sábado, setembro 02, 2006

PASSA AÍ A CALCULADORA, SFF
Ainda em relação à notícia anterior, ontem, no Telejornal (RTP), os dólares falsificados valiam “cerca de 14 milhões de contos”. Hoje, no Jornal da Noite (SIC), esses mesmos dólares já só valem “mais de um milhão e meio de contos”. Até parece que dólar caiu a pique, mas não: na redacção da RTP falta uma tabuada do ratinho, e na da SIC uma tabela de câmbios actualizada.
Fui ler a notícia no DN, no Público, no Correio da Manhã e no Diário Digital . Até dei uma espreitadela ao comunicado da Polícia Judiciária só para verificar que nenhum deles tinha feito a conversão para euros e confirmar a minha suspeita: a malta das televisões gosta pouco de investigação e é mais dada às versões televisivas das manchetes dos jornais. Quando é preciso acrescentar um dado, por mais insignificante que ele seja, dá nisto.
WALDORF

6 comments:

Anonymous Rudolph-the-red-nose-reindeer said...

Mais uns quantos que chumbariam nos exames nacionais do 9º ano...

11:51 da tarde  
Blogger piscoiso said...

Se são falsos, não valem nada !

2:59 da manhã  
Anonymous capitolina said...

A propósito (ou despropósito?) do insucesso dos alunos do 9º ano, desafio-os a realizar a 1ª parte da prova de exame de Português do 9º ano para compreenderem um pouco do insucesso escolar. Aproveitem uma descontraída hora de bica e tentem em grupo. E depois tirem conclusões óbvias...
Para que alunos é aquele questionário?
Que sabe do que deve ser exigível numa prova de Português quem fez aquela prova?
Estimulante...

4:01 da tarde  
Blogger Animal said...

já preencher o boletim do euromilhones dá uma canseira do caraças e ainda queres cagente queime o que resta do neurónio a responder a testes desses? e dá algum prémio de jeito sum gajo acertar?

8:40 da tarde  
Anonymous Leonel Vicente said...

"Welcome back".

Parece-me que a referência aos "contos" poderá ser (ainda) pertinente para quantias que não correspondem a gastos "quotidianos" (por exemplo, aquisição de um carro ou de uma casa); no caso, dada a dimensão do valor em causa (não "palpável" para a generalidade das pessoas), a opção (?) por essa referência acaba por ser algo despropositada... acabando por proporcionar "gaffes" desta natureza (intuitivamente - não havendo grande discrepância na relação cambial entre o dólar e o euro - seria mais fácil apreciar a "razoabilidade" do contra-valor indicado, se o mesmo fosse expresso em euros).

Mas, como vivemos numa sociedade de "consumo imediato", pensar tornou-se uma tarefa demasiado árdua...

12:33 da manhã  
Blogger Kimjo said...

é a mania de andar sempre a falar em "contos", sao os "contos" para aqui, sao os "contos" para acola, para isto e para aquilo, enfim...

11:16 da tarde  

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