terça-feira, janeiro 08, 2008

TEMPOS TÉTRICOS
Crianças passam tempos livres na casa mortuária
Mas é provisório. Assim que a Câmara instalar baloiços no cemitério e luz nos jazigos, as crianças podem logo mudar para lá.
WALDORF

6 comments:

Blogger PensarCusta said...

Isto só soa estranho a alguém que não seja de Leiria. Para os Leirienses a noticia não tem nada de assombro.

A estranheza da dita terra é incompreensível para os demais.

cumpz

2:08 da tarde  
Blogger WALDORF said...

Ou seja, há coisas ainda mais estranhas. Conta, conta!

3:00 da tarde  
Blogger teste said...

Mórbido... imagem Tim Burton!
Bom, mas queria mesmo era partilhar este blog! Para todos os que se preocupam com os problemas ecológicos que o nosso planeta enfrenta, aqui segue a viagem de três repórteres da Kameraphoto pela América do Sul, no formato Blog. São portugueses (ou nem tanto) e sem dúvida merecem a nossa atenção. A mim já me cativaram. Fotos e textos muito, mesmo muito bons! Vale mesmo a pena.
O blog está aqui:
Estação do Calor

Fiquem bem,

Catarina Sousa

3:53 da tarde  
Blogger Paula said...

E se entretanto morrer alguém e a casa mortuária de Marrazes (que fica a dois passos dali) também estiver ocupada por alguém que tenha morrido em Marrazes, temos um grande problema...
Ó diabo! O melhor é começar a alertar a população e distribuir senhas, para o pessoal tentar não morrer todo ao mesmo tempo.
Bjs!

3:54 da tarde  
Blogger Francis said...

pelo menos o gajo desenrascou-se e não disse que a culpa era do governo...vá lá

5:51 da tarde  
Anonymous Capitolina said...

Eu em pequena brincava com os caixões que o meu pai vendia numa loja em que havia toda a sorte de produtos que pudessem resolver a vida a umas quantas aldeocas em redor.
Pois digo-lhes que nada tinha de mórbido. Era tão natural como qualquer outra brincadeira...
Metia-se alguém no caixão e punha-se na pose em que víamos os mortos (naquele tempo nas aldeias convivia-se com tudo isso naturalmente desde o nascimento); os outros fechavam o caixão e transportavam-no uns metros.
O único risco era ser apanhado pelo meu pai...

10:51 da tarde  

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